Apesar da alegação dos planos de saúde de que a nova resolução vai alterar o equilíbrio econômico-financeiro, as operadoras sustentam que as atualizações médicas são relevantes e consistentes.
Para o superintendente da ASSIM, Cláudio Miranda, é muito difícil cercear o direito do usuário, quando ele identifica a importância da inclusão de novos negócios.
– Não é jogada de marketing, mas já oferecemos alguns destes serviços para planos específicos e somos favoráveis à nova resolução da ANS. Estas medidas são preventivas e reduzem o custo das empresas, de certa forma – observou Miranda.
O superintendente considera que pode haver aumento de tarifas, num primeiro momento, a elevação de preços inicial será rapidamente absorvida no decorrer do tempo.