Durante nove meses as mulheres se preparam para a chegada de um bebê. São roupinhas, berço, a escolha da maternidade e do nome. Parece que tudo está em ordem à espera do grande dia.
Quando a criança nasce, porém, é sempre uma confusão em casa, especialmente se os pais são marinheiros de primeira viagem. Horários das mamadas e do sono, o choro, as visitas, a ocasião adequada para um passeio, os banhos de sol, tudo é motivo de dúvidas e preocupações. Será que meu filho dorme demais? Está com fome? Chora de cólica ou porque quer companhia? São tantas as perguntas e tão pouca a experiência quando se trata especialmente do primeiro filho.
Cuidar de um bebê não é um bicho-de-sete-cabeças. Há uma telepatia indiscutível entre mãe e filho que a faz entender seu choro e necessidades.
O projeto Bebê ASSIM tem o objetivo de esclarecer várias dúvidas dos papais ansiosos pela chegada do seu bebê. A gravidez é o momento mais importante da vida de uma mulher e, mais do que nunca, ela precisa cuidar muito bem da sua saúde. Por meio desse projeto, os associados do ASSIM estarão sempre bem informados sobre os cuidados durante a gestação e após o nascimento do bebê. Confira aqui.
Vale lembrar que o bebê pode ser incluído como dependente no seu plano de saúde do ASSIM até 30 dias após o nascimento. A inclusão pode ser feita em uma de nossas Agências de Atendimento. Veja aqui os endereços. Mais informações, entre em contato com o Teleatendimento: 0800-723-9797.
O pré-natal é o período compreendido a partir do diagnóstico de gravidez, até os primeiros sinais do parto. É muito importante que a mãe tenha um acompanhamento médico durante os nove meses de gestação, sempre realizando os exames solicitados e tomando os cuidados necessários com a sua saúde e com a do bebê.
Principais exames necessários
• Tipagem sangüínea
• Fator Rh
• Hemograma completo
• Glicose
• HIV
• VDRL
• Toxoplasmose
• Rubéola
• Lipidograma completo
• EAS e parasitológico, em algumas situações inclui-se Coombs indireto
• Brucelose
• Listeriose
• Entre outros
Ultrassonografia (em condições normais)
1ª - no início do 1º trimestre
2ª - no início do 2º trimestre, entre a 12ª e 14ª semana (translucência nucal)
3ª - no período compreendido entre a 20ª e 24ª semana (morfológica)
4ª - no período compreendido entre a 34ª e 36ª semana
Deve-se ainda fazer um exame para avaliar o fluxo sangüíneo materno-fetal, chamado dopplerfluxometria, e uma análise da atividade cardíaca fetal em relação à estimulação externa, atividade uterina e movimentação do feto.
Cuidados ginecológicos
• Fazer exame preventivo (Papanicolau).
• Enxaguar bem a vulva e intróito vaginal, prevenindo as micoses.
• Depilar adequadamente sem excessos, em tempos regulares.
• Notificar precocemente o médico quanto ao aparecimento de secreções vaginais/pruridos, verrugas e lesões ulceradas ou ardências, independente do período da gestação ou recorrência.
• Evitar a repetição de medicações para o mesmo fim sem orientação médica.
Cuidados nutricionais
• Evitar a ingestão de alimentos gordurosos, massas, frituras, doces, refrigerantes, bebidas alcoólicas, farinhas em geral.
• Dar preferência as verduras, legumes, frutas frescas e da época, sucos naturais, carnes magras e derivados do leite sem gorduras.
Cuidados com os mamilos
• Diariamente, durante o banho, faça exercícios com os dedos moldando os mamilos. Passe ainda uma esponja bem macia e úmida neles.
• Repetir cada movimento 10 vezes de cada lado.
• Objetivo: preparar a pele para a sucção do bebê durante o período de amamentação. Dessa forma, é possível evitar as futuras e tão indesejadas rachaduras, que acarretam a interrupção na amamentação, provocando a dolorosa mastite.
Cuidados dermatológicos
• Após o banho, secar bem todas as dobras (axilas, região submamária, entre os dedos dos pés e mãos, etc.), evitando a instalação de micoses.
• Hidratar corretamente a pele, principalmente as mamas, abdome, quadril, região glútea, cotovelos e tornozelos.
Cuidados gerais
• Elevar os membros inferiores todos os dias após o término de todas as atividades, por pelo menos 30 minutos. Isso facilita o retorno do sangue pelo sistema venoso, evitando o aparecimento de varizes ou a piora, caso já existam.
• Evitar exposição prolongada ao sol, após 10 horas da manhã, sem protetor solar, principalmente no rosto, abdome mamas e coxas.
• Evitar o uso de produtos com cheiro forte no cabelo (tintas, tonalizantes, alisantes, etc.), com o objetivo de prevenir processos alérgicos nasais, oculares e até mesmo reações locais (couro cabeludo).
• Evitar remover as cutículas das unhas dos pés. Apenas cortar, lixar e pintar as unhas. Dessa maneira, previne-se ferimentos ou lesões que comprometam a integridade local ou que sirvam de porta de entrada para germes.
• Evitar roupas apertadas ao corpo, que possam trazer quaisquer tipos de desconforto para mãe e para o feto ou ainda pressionar áreas nobres da pelve/abdome, que podem estimular a atividade uterina e provocar o mau posicionamento fetal, ocasionando a circular de cordão (quando o cordão umbilical enrola no pescoço do feto).
• Evitar sapatos apertados, que prendam a parte superior dos pés. Isso pode facilitar a formação do edema (inchaço) e dificultar o retorno venoso. Sapatos com salto alto facilitam o desequilíbrio e, consequentemente, a queda com provável lesão osteo-muscular.
• Não fumar e evitar ambientes com pouca circulação de ar que contenham fumantes.
• Evitar bebidas alcoólicas, pois o álcool facilita o aparecimento de pequenos pontos de sangramento gástrico, podendo levar à gastrite em uso prolongado.
• Manter um ritmo constante de exercícios físicos, com orientação profissional.
Importante
No período pós-parto, ou seja, até 30 dias após o nascimento do bebê, é necessária a revisão do parto, que deve ser feita pelo médico, com suas orientações gerais.
Ganho de peso
Há uma grande preocupação em ganhar peso excessivo durante a gestação. O total de peso que deverá ser adquirido entre o primeiro, o segundo e o terceiro trimestres dependerá da avaliação do estado nutricional, realizado com o peso pré-gestacional e o atual da gestante. Isso pode variar de 9 a 12kg em gestantes eutróficas (peso adequado) ou de 9 a 18kg em gestantes desnutridas.
Neste período especial da mulher, ocorrem muitas mudanças fisiológicas que fazem aumentar o seu peso, o que não significa somente um aumento de gordura corporal total.
Após análise de um nutricionista, será elaborado o programa nutricional, determinando as calorias e nutrientes necessários de acordo com o estado nutricional e idade gestacional.
Alimentação
As pessoas mais idosas costumam dizer que “a gestante deve comer por dois”. Cuidado com tal afirmação, pois o que realmente importa é a qualidade e não a quantidade.
• Refeições: As refeições devem ser realizadas de 5 a 6 vezes ao dia, em quantidades moderadas.
• Adoçantes e Produtos Diet: Os adoçantes mais indicados para a gestante são compostos por estévia pura ou sucralose, pois são de origem natural.
• Produtos Industrializados: É impossível deixar de comê-los totalmente, mas alguns excessos podem ser evitados. Evite alimentos muito coloridos, pois contêm corantes artificiais, e embutidos, pois possuem nitrato, que pode agir com a hemoglobina do sangue e reduzir o poder de carregar o oxigênio. Também prefira sucos naturais aos em pó.
• Sal: Consuma em quantidades moderadas. O excesso de sal pode causar retenção de líquido e aumento da pressão arterial.
• Proteínas: Ajudam a construir as células do feto e renovar as da gestante. Mesmo para controle do peso é recomendável que se aumente a ingestão, preferindo carnes e queijos magros, leite desnatado, ovos bem cozidos, soja, feijão e legumes variados.
• Carboidratos: Este é o combustível do nosso organismo e indispensável ao feto. Prefira os carboidratos complexos encontrados em arroz, massas, pães, verduras, frutas e legumes. Evite o carboidrato simples, que nada mais é do que o açúcar e as preparações feitas com ele. Às vezes, por ansiedade, algumas gestantes tendem em aumentar a ingestão de doces, como balas, bolachas recheadas, leite condensado e brigadeiro. Cuidado, pois tudo isso engorda muito.
• Lipídios: Prefira os óleos de boa qualidade, que são os de origem vegetal, como canola, milho, girassol e soja. Diminua os óleos de origem animal, como carnes gordas, toucinho e banha de porco.
• Cálcio: É a partir dele que o feto constrói seu próprio esqueleto. A ingestão de alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, e vegetais com cor verde escuro, como couve, espinafre e brócolis, deverá ser aumentada. A necessidade de cálcio diária equivale a tomar três copos de leite desnatado e comer quatro fatias finas de queijo branco. Caso não seja possível, é recomendável uma suplementação via oral.
• Ferro: Essencial para formar hemoglobina no sangue. A ingestão de alimentos ricos em ferro também deve ser aumentada, como carnes de modo geral, fígado (de 2 a 3 vezes por semana), ovos, leite e derivados, feijão e vegetais de cor verde escuro. No caso do ferro é recomendável a suplementação via oral devido a uma possível anemia gestacional.
Anemia gestacional
Nesses casos, recomenda-se:
• Aumentar o consumo de alimentos ricos em ferro (mencionados no item Alimentação).
• Evitar chá preto, chá mate e café.
• Tomar o equivalente a 150ml de sucos ricos em vitamina C (laranja, limão, acerola ou caju), durante as refeições.
• Comer fígado 3 vezes por semana.
Náuseas
No início da gestação algumas gestantes sentem náuseas, chegando até a vomitar várias vezes ao dia. Ocorre, nesta fase, repulsa por alimentos e líquidos, prejudicando seu estado nutricional. Neste caso, siga as orientações abaixo:
• Prefira ingerir alimentos secos (torrada, pão seco, bolacha salgada, farofa), frutas sem caldo (banana, goiaba), preparações sem molho, carnes magras e assadas.
• Evite gorduras, frituras, temperos picantes ou com muito condimento, bebidas com gás (refrigerantes) e doces.
• Tome líquidos bem gelados e em pequenas quantidades.
• Chupe gelo.
Riscos alimentares
A gestante deve tomar cuidado com certos alimentos que, contaminados por grande quantidade de bactérias, podem causar doenças que prejudicam a saúde da mãe e do feto.
• Listeriose: Grande quantidade da bactéria listeria está presente nos alimentos, como por exemplo queijos moles, leite não-pasteurizado, salada de repolho cru, alimentos cozidos congelados, patês e carnes cozidas impropriamente. Normalmente é destruída no processo de pasteurização, mas se o alimento é contaminado, depois de congelado, a bactéria continua se multiplicando. Por isso, não consuma leite e derivados não-pasteurizados e congelados fora do prazo de validade.
• Salmonella: A infecção por salmonella origina-se de ovos e carne de galinha. Portanto, é aconselhável cozinhá-los muito bem e evitar preparações que contenham ovos crus, como a maionese.
• Toxoplasmose: Esta é uma infecção que pode ser adquirida comendo carne suína ou bovina crua ou mal cozida e alimentos contaminados com fezes de gatos e cães infectados. Com isso, deve-se cozinhar muito bem as carnes e verificar a higiene do local onde foi preparada a refeição.
• Botulismo: Trata-se do envenenamento causado por alimentos impropriamente enlatados e conservados, como porco defumado e presunto.
Amamentação
A produção de leite consome muita energia. Para cada litro de leite produzido há um gasto de 900 calorias. Na fase de amamentação, a mãe produz entre 800 e 1.200ml de leite diários. Dessa forma, a mulher que amamenta exclusivamente no peito tem um gasto energético extra, que vai ajudá-la a voltar ao seu peso normal mais rápido, sem dietas.
A mãe que está amamentando deve garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários para a sua saúde, eliminando de sua dieta somente as bebidas alcoólicas e com cafeína.
Lembre-se: não existe leite ruim ou fraco. Cada mãe produz o leite ideal para o seu filho.
Recomendações:
• Beba bastante líquido, principalmente água. Mãe que toma pouco líquido corre o risco de desidratar e diminuir a produção de leite.
• Prefira sempre alimentos saudáveis e variados. É natural que o bebê desenvolva os mesmos hábitos de mães que praticam uma alimentação monótona, com poucos alimentos presentes, à base quase exclusivamente de arroz, feijão, carne, muito sal e/ou muito açúcar, evitando legumes e verduras.
• Faça pequenos lanches leves freqüentemente.
• Evite álcool e cafeína (chá preto, chocolate, café, refrigerantes do tipo “cola”, alimentos com corantes, alimentos light e adoçantes), pois são subtâncias que passam para o bebê através do leite.
• Só utilize medicamentos indicados pelo médico.
• Não exagere em temperos de odor forte, como alho e pimenta. Muitas vezes a criança chora recusando o peito não por estar sentindo cólica, mas por ter sentido um sabor desagradável no leite.
• Não fume.
Aleitamento materno
Desde o início da gestação, as mamas já estão sendo preparadas para produzir leite. Porém, será o estímulo de sucção do bebê, na região aréolo-mamilar, onde existem terminações nervosas levando informações a uma glândula situada no cérebro chamado de hipotálamo, informando que há um bebê mamando e se faz necessária a produção e liberação de leite para aquela mamada. Então sob o comando do hipotálamo, os hormônios da lactação (prolactina e ocitocina) são liberados.
A prolactina é responsável pela produção de leite e a ocitocina é responsável pelo reflexo da ejeção, ou seja, a saída do leite do peito para o bebê. A ocitocina promove a contração do útero, por isso é recomendado que o bebê sugue o mais precocemente possível, evitando os sangramentos da mãe. É comum nos primeiros dias a mãe sentir cólicas durante as mamadas, devido a ação deste hormônio no útero. Mais da metade do volume de leite ingerido pelo bebê, em cada mamada é produzido na hora em que ele começa a sugar. Quanto mais o bebê sugar, mais leite será produzido pela mama.
O colostro é o primeiro leite produzido pela mama, permanecendo até o 4º dia após o parto. É um líquido viscoso e opaco que contém grande quantidade de anticorpos, fundamental para a defesa contra infecção. O colostro é laxativo, ajudando o bebê a eliminar as primeiras fezes chamadas de "mecônio" e, assim, reduzindo a possibilidade do surgimento da icterícia fisiológica do recém-nascido.
Como amamentar
Para iniciar, escolha um local bem tranqüilo, longe de muitas visitas. Reserve este momento para você e seu bebê, se desligando de tudo. De preferência, sente-se em uma cadeira ou poltrona com braços de apoio; mas antes não esqueça de lavar bem as mãos. As mamas devem ser limpas durante o banho, só com água. É recomendável, antes e depois da mamada, passar o seu próprio leite nos mamilos. O bebê deverá abocanhar não só o bico, mas também a maior parte da aréola. Para faciliar, você pode estimular o reflexo de sucção, segurando a mama com a mão em forma de C e roçando o bico no lábio inferior do bebê. A duração das mamadas deve ser maior que 20 minutos, a mãe deve esvaziar uma mama toda para o bebê sugar todas as fases da mamada, aí troca para outra mama. O intervalo do próximo horário da mamada deverá ser de no máximo 4 horas.
Diversas posições podem ser utilizadas durante a amamentação. A mãe deve sentir-se confortável e o corpo do bebê deve estar de frente para o corpo da mãe (barriga com barriga). São elas: posição sentada (tradicional), posição deitada, posição "de cavalinho" e posição invertida.
Higiene
Atualmente, na maior parte das maternidades, o primeiro banho é dado logo após o nascimento do bebê. Em casa não é preciso esperar a queda do coto umbilical. Quando for dar banho, a mãe deve deixar a mão uma toalha felpuda, uma fralda de pano que cubra parcialmente a toalha, pois absorve mais rapidamente a água do corpo e um sabonete.
A criança deve ser lavada normalmente com água limpa, não esquecendo da cabeça e tronco. A mãe deve enxugar bem os ouvidos do bebê, mas com cuidado para não penetrar no canal auditivo. Não se deve introduzir nada para secar os ouvidos.
Cordão umbilical
O cordão umbilical, que antes garantia a alimentação do bebê no útero, agora é um coto e a medida que seca fica marrom, murcha e endurece. Em duas ou três semanas cai.
Sempre que for trocar a fralda do bebê observe a área da base do cordão mais próxima ao umbigo. Delicadamente, seque muito bem essa região para tirar qualquer resíduo acumulado. Não se preocupe, você não vai machucar o bebê pois não há nenhuma terminação nervosa. O coto deve ficar arejado, isso ajudará a cicatrizar e secar mais rápido.
Deixe o coto umbilical cair sozinho. Antes, o coto era limpo com álcool. Mas há indicações de que a secagem natural faz o coto cair mais naturalmente. Não cubra a área do umbigo com moedas, bandagens ou faixas para mudar o que naturalmente é de seu bebê, isso não funciona e pode causar problemas.
Cólica do bebê
As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, até os três meses de idade. Elas ocorrem devido à imaturidade do sistema digestivo do bebê, que faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle, causando gases e levando à cólica.
O intestino do bebê é preparado para receber somente o leite materno durante os seis primeiros meses de vida. Esse leite pode ocasionar cólicas porque faz o seu intestino funcionar para digeri-lo. Se o bebê recebe outro tipo de alimentação nesse período, as cólicas podem ser piores, pois a digestão torna-se mais difícil.
Mamãe, não se esqueça!
• Dar exclusivamente seio materno durante os seis meses;
• Não dar água ou chás durante o período de amamentação exclusiva;
• Apenas com prescrição médica, deve-se oferecer qualquer outro tipo de leite;
• Existem formas de armazenar leite materno;
• Os estímulos visuais (olhar para o bebê), olfativos (sentir o cheiro dele), auditivos (choro) e do condicionamento (hora da mamada), aumentam o reflexo da ejeção, mesmo a mãe estando distante do seu bebê;
• O leite elaborado no intervalo entre as mamadas contém uma grande quantidade de água, proteínas, lactose, vitaminas e minerais. Tem aspecto "ralo", "aguado" e sacia a sede do bebê. É o leite que o bebê mama no início de cada mamada e é chamado de leite anterior. Com o início das mamadas e a ação dos hormônios de lactação, inicia-se a produção de um leite de coloração mais branca, contendo mais gordura e mais proteínas, chamado de leite posterior. É importante que o bebê sugue cada mama até que ela esvazie, a fim de conseguir extrair os 2 tipos de leite, fazendo-o ganhar peso;
• Acredite: não existe leite fraco;
• O aleitamento materno protege o bebê contra infecções, alergias e doenças neuromotoras;
• Do ponto de vista odontológico, a partir dos movimentos de sucção, o bebê desenvolverá adequadamente as estruturas bucais, como a arcada dentária e a musculatura da face;
• Saiba que quanto mais o bebê mama, mais leite você produz;
• Só tome medicamentos com autorização médica;
• Amamentar estimula o retorno do útero ao tamanho natural;
• Não fume, não se drogue e evite bebidas alcoólicas. Essas substâncias passam pelo leite e podem levar a criança à dependência;
• Beba de 2 a 3 litros de água por dia, porque você precisa estar hidratada;
• Cuide de sua dieta: legumes, verduras, frutas, carnes, preferencialmente brancas, leite e derivados são bastante saudáveis;
• Dedique alguns minutos diários para cuidar de si e do seu corpo.
O que fazer na alta?
• Levar para consulta com o pediatra com 7 dias de vida (salvo outras indicações);
• Levar no dia seguinte, ou assim que possível, no posto de saúde para vacinas de hepatite B e BCG;
• Fazer teste do pezinho a partir de 5 dias de vida;
• Fazer teste da orelhinha e teste do reflexo vermelho na alta ou após, no consultório;
• Passar creme para assaduras nas trocas de fraldas;
• Manter o coto umbilical seco e limpo;
• Dar banho com sabonete neutro de glicerina;
• Não usar perfumes, cremes ou shampoos no primeiro mês;
• Quem for pegar o bebê deve sempre lavar as mãos antes;
• A cabeceira do berço deve ser sempre elevada, como no hospital. Não colocar o bebê para dormir de bruços;
• Cólicas são comuns entre o 1º e 3º mês , o que resolve é calor local (ex.: passar uma fralda de algodão aquecida sobre a barriga do bebê).
Sinais de Alerta - Quando devo levar ao pediatra?
Hipoatividade / Irritabilidade / Sucção fraca / Febre / Icterícia (pele amarela) / Dificuldade para respirar / Cianose (pele ou boca roxa) / Diminuição da urina
Saiba quando seu bebê vai nascer!
O cálculo é feito a partir da data da última menstruação e não do dia da concepção. Para saber a data aproximada é fundamental que a mulher tenha um ciclo menstrual regular, de 28 a 30 dias.
Preencha abaixo o início de sua última menstruação:
A data provável para o nascimento do seu bebê é //.
Lembre-se que a data de nascimento de um bebê não é tão precisa quanto se espera, por isso, ela pode variar duas semanas para mais ou menos. O seu obstetra poderá informá-la melhor após um exame de ultra-sonografia.